Famílias Borges e Ripper - Carlos Borges, Simon Velez, Angelina Borges, Antonio Borges pai, Antonio Borges filho, Lucas Ripper, José Luiz M. Ripper, Nair Ripper e Oscar Hidalgo Lopez

quem somos

bâms

Na bâms, a gente não manda fazer: a gente bota a mão na massa e faz.

Duas famílias, mais de 40 anos de bambu e uma história que continua crescendo. Do bambuzal à obra, tudo passa pelas nossas mãos.

história

Paixão que Virou Legado

Há mais de 40 anos, duas famílias pioneiras, os Borges e os Ripper, enxergaram no bambu algo que poucos conseguiam ver: não apenas uma planta, mas um material capaz de transformar a arquitetura, o design e a maneira de habitar o mundo.

A história começa em 1985, quando José Luiz M. Ripper cria o laboratório LOPDT na PUC-Rio, dedicado a estudos pioneiros sobre o bambu. O destino tratou de aproximar os que pensavam igual: em 1997, num congresso na Costa Rica, Ripper e Borges se encontram e são apresentados ao arquiteto colombiano Simón Vélez, parceiro que se tornaria recorrente nessa jornada.

manifesto

Queremos transformar a cultura do bambu no Brasil e mostrar que o futuro pode ser tão leve quanto durável, tão natural quanto autêntico. Do bambuzal para sua casa.

Mais que uma empresa, somos uma marca que quer transformar a cultura do bambu no Brasil.

tree to home

do bambuzal para a sua casa

A cadeia inteira é nossa, do plantio à aplicação. É isso que dá a confiança de que o bambu que chega até você é o mesmo que saiu do nosso bambuzal.

  • bambuzalcultivo próprio em Paraty
  • seleçãocolmo a colmo, pela maturidade
  • corteno tempo certo da planta
  • tratamentoprocesso próprio de durabilidade
  • secagemcontrolada, para não fissurar
  • beneficiamentoalmas, ripas e colmos
  • aplicaçãona obra ou na peça

obras que marcaram a nossa história

Capela Andrelândia
Capela Andrelândia2006
Restaurante & Recepção do Hotel do Frade
Restaurante & Recepção do Hotel do Frade1998
Casa Frade
Casa Frade2011
Sushi Leblon
Sushi Leblon2024

vamos conversar sobre o seu projeto?

Conte o que você tem em mente. A conversa começa aqui, com quem vive o bambu há mais de quatro décadas.

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